quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Broken windows: not just metaphorical anymore…

New York Times

February 23, 2011, 3:08 PM

Fewer Broken Windows, and a Decline in Crime

windowDavid Goldman for The New York Times

Score one for the broken-windows theory, that largely hypothetical correlation between vandalism and crime. Overall crime in the New York metropolitan area has declined in the past six years. So has the number of broken windows.

Of the five million homes and apartments counted in 2009, windows were reportedly broken in 23,500, compared with 156,900 in the 4.8 million counted six years earlier, the Census Bureau said this week.

“It appears to be a downward spiral,” said George L. Kelling, a senior fellow at the Manhattan Institute and emeritus professor at Rutgers University who, along with James Q. Wilson, a fellow social scientist, first wrote about the broken-windows theory.

“Taking care of broken windows reduces crime; taking care of crime reduces broken windows,” Professor Kelling said.

The number of boarded-up windows in all housing declined to 16,600 from 54,000, and the number of residences where windows were protected with bars fell to 159,500 from 901,900.

The contrast over six years was even starker among occupied buildings: 9,800 of the 4.5 million residences reported broken windows in 2009, compared with 48,300 of the 4.4 million homes six years earlier.

The survey results were compiled from direct questions asked of residents across the New York metropolitan area. “Boarded-up windows” were defined as having been sealed off to protect against weather or entry. “Broken windows” means at least several broken or missing panes.

Comparing the volume of broken windows is just one variable in assessing crime, and any direct relation can change over time. Still, other answers to the Census Bureau’s 2009 American Housing Survey for metropolitan New York (which includes New York City, Long Island and Orange, Putnam, Rockland and Westchester Counties) buttressed the perception and the reality of declining crime.

Asked in 2009 whether there had been serious crime in their neighborhood in the past 12 months, 3.7 million households said no. In 2003, 332,600 said crime was not a concern.

In 2009, 91 percent said they were satisfied with police protection, compared with 73 percent in 2003. One reason may be that the number of housing units in gated communities more than doubled.

The housing surveys provide other measures of housing quality. In 2009, 418,000 home and apartment dwellers had found signs of rats or mice in the previous three months, compared with 680,000 in 2003.

The median square footage of homes and apartments declined by 39 square feet, to 2,000 square feet. But the square feet per person rose to 750 from 673 (perhaps as a result of more people living alone).

Still, slightly more homes were described as overcrowded, usually calculated at 1.51 or more people per room. There were 49,700 such homes in 2009, compared with about 44,900 in 2003.

In the latest survey, residents were more likely to lack complete kitchen and plumbing facilities and more likely to report severe physical problems with their homes, but were also more likely to have central air-conditioning (fewer reported having been uncomfortably cold for 24 hours or more in the previous winter).

Half as many people complained about litter, more complained about street noise (neighbors, too, were louder than in 2003, but less bothersome) and traffic, and fewer complained about odors and unsatisfactory public elementary schools.

In 2009, nearly 40 percent of people who moved in the previous year said they were now in a better neighborhood. About 30 percent said so in 2003.

Median monthly housing costs were higher in 2009 ($1,517 for owners, $1,019 for renters), and households were paying a higher share of their incomes for housing. Homeowners in 13 counties in northern New Jersey paid a median of $1,801 in monthly housing costs in 2009, compared with $1,078 for renters.

Whites were a little more likely to own rather than to rent their homes, blacks were about twice as likely to rent, and Hispanics were nearly four times as likely to rent than to own.

 

(Source — if broken, use Google Cache)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Transporte paulistano: sinais trocados

Em alta: ônibus
São Paulo, domingo, 6 de fevereiro de 2011
 


Cansados de carro, paulistanos optam por pegar ônibus

Usuários concordam que serviço ainda está longe do ideal; principal reclamação é a demora no embarque

Deixar de ficar parado no trânsito da cidade é o principal motivo que leva ex-motoristas a preferirem o ônibus 

TETÉ MARTINHO 
DE SÃO PAULO 

Malu Moraes mora nos Jardins. Em abril, vai comemorar o 60º aniversário em Milão. Para manter seu padrão de vida, cortou hábitos que considera desnecessários: restaurantes caros, roupas da estação -e carro.
"Quando me perguntam por que não engordo, digo: não tenho carro." Economia, autonomia para mudar de estratégia em congestionamentos, vontade de fazer dos deslocamentos algo menos penoso e improdutivo têm levado mais paulistanos a recorrer ao ônibus.
Quem está aderindo agora ao ônibus deu sorte. As melhoras dos últimos anos incluem carros maiores e mais novos, o bilhete único, GPSs que ajudam a verificar denúncias de má condução e um serviço de reclamações.
A principal queixa dos paulistanos, no entanto, continua sendo a demora para embarcar, responsável por quase 30% das reclamações. A experiência mais bizarra do arquiteto Paulo de Camargo, 30, envolvendo ônibus foi a bronca que levou de um ex-chefe por ter ido de coletivo visitar uma obra do escritório fino onde trabalhava. "Ele me disse que andar de ônibus é coisa de pobre. E se o cliente descobre?"
"Para mim, estranho é um arquiteto, um urbanista ou um sociólogo que nunca andou de ônibus, não conhecer a cidade dessa perspectiva", diz o empresário Ricardo Heder, 48. O hábito do ônibus pesou até na escolha da casa onde mora.
Um carro basta para ele e a mulher, a artista plástica Renata Ursaia, 37. "Acho carro chato, mas não vou dizer que ônibus é maravilhoso."
O estilista Carlos Christofani, 49, só anda de táxi, metrô, ônibus ou a pé. Ele fez uma conta e concluiu que, mesmo se andasse só de táxi, gastaria menos do que para manter um carro. Um paulistano que mora na região da Pompeia (zona oeste) e trabalha na Berrini (zona sul) teria, por exemplo, uma economia de 63% nas despesas mensais caso trocasse o carro pelo ônibus.
O transporte coletivo parece, para Carlos, "caminho sem volta" para uma cidade com quase 7 milhões de veículos. "Tenho crédito pré-aprovado de R$ 110 mil para comprar carro numa conta que se tiver R$ 100 de saldo é muito", afirma.
Todos os dias, Matthew Shirts, 52, editor da revista "National Geographic", vai e volta de ônibus do trabalho. "O ônibus é o primo pobre do transporte urbano. São poucos e lotados, não têm amortecedor, não têm câmbio automático. É como diz Jaime Lerner: "O problema é que ninguém importante anda de ônibus'", diz o jornalista americano. Sem falar na tarifa, R$ 3, a mais cara do país. "O governo brasileiro devia premiar quem usa ônibus, assim como na Alemanha as pessoas ganham dinheiro para ter filhos."

Colaborou GIBA BERGAMIM JR


Em baixa: metrô
São Paulo, segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 

Metrô da Paulista lota mais que trem

Total de passageiros por metro quadrado cresce de 4,7 para 5,9 e se aproxima do índice de desconforto extremo

Aperto em linha nobre do metrô de SP já chega a ser pior do que o registrado em 3 das 6 linhas de trens da CPTM 

ALENCAR IZIDORO
DE SÃO PAULO 

Engravatados da av. Paulista estão mais apertados dentro do metrô do que moradores de Carapicuíba, Itapevi ou Itaquaquecetuba, na Grande SP, que usam trens para ir ao centro da capital.
O efeito "lata de sardinha", com que a periferia convive há anos, atingiu a linha 2-verde a ponto de a lotação encostar no limite do que é considerado aceitável.
Ela saiu de um patamar de 4,7 passageiros por m², em 2009, para 5,9 por m², em 2010, nos horários mais críticos do dia. O nível máximo de desconforto projetado é de seis usuários por m².
A piora de 25% no aperto dentro dos vagões, conforme dados obtidos pela Folha, foi a mais elevada no metrô.
A lotação na linha 3-vermelha ainda é a mais grave do sistema -a demanda seria suficiente para espremer 10,9 pessoas por m².
Mas na ligação da Paulista a mudança é mais perceptível porque há pouco tempo ela tinha um nível de conforto em que os usuários nem encostavam uns nos outros.
Aliada ao fato de passar por áreas nobres, isso sempre atraiu a classe média.
A lotação da linha 2 do metrô nos picos passou a ser pior que a de três das seis linhas de trens que atendem a periferia.
Na linha 8-diamante, que passa por Itapevi e chega ao centro de São Paulo, os picos foram de 5,8 por m². Na 12-safira, que atende a zona leste e Itaquaquecetuba, 5,5 por m². Na 9-esmeralda, que sai de Osasco, 4 por m².

DEMANDA MAIOR
O desconforto da linha verde do metrô é resultado do aumento da demanda que beirou 13% no ano, incentivado pela abertura de novas estações, mas agravado pelos atrasos em melhorias tecnológicas que deveriam diminuir os intervalos entre os trens na plataforma.
A nova sinalização deve permitir menor distância entre os trens, reduzindo os intervalos. Era prevista para 2010. Mas só deve estar pronta no ano que vem.
Dentro de dois meses, as estações Vila Prudente e Tamanduateí, inauguradas no segundo semestre do ano passado, deverão funcionar em horário normal -das 4h40 até depois da 0h. Hoje só operam das 8h às 17h.
A mudança, num primeiro momento, deve agravar a lotação da linha 2-verde, porque vai atrair mais gente nos picos, além de facilitar a integração com a linha 10-turquesa de trens da CPTM.
Mas a expectativa do Metrô é que, em seguida, a situação melhore, porque, com novas conexões, os passageiros devem ser redistribuídos entre as estações.
Pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos apontou que a linha 2 foi a única do metrô com queda na satisfação do usuário em 2010: de 88% para 84%.
Na prática, deixou seu status de "a mais aprovada", ficou num patamar semelhante ao da linha 1-azul (85%) e atrás da linha 5-lilás (90%).
Passageiros como Eduardo Maiorino, 31, supervisor na área de informática, reconhecem: "ela era tranquila, agora está cheia". Mas ressalva: "Ainda dá para usar. No caso da linha 3, eu prefiro ir de ônibus", afirma ele, morador da Vila Prudente e que cobra a abertura da estação nos picos.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Piauienses: Marcos de Azambuja

Esse relato está delicioso, terei que destacar ao menos dois trechos:

Sumiu

Um grande diplomata sueco, Jan Mårtenson, que começou sua vida profissional por esses idos no Brasil, disse-me décadas depois que a expressão brasileira da qual mais sentia falta era a palavra “sumiu”. Quando dava por falta de alguma coisa em sua casa, nos seus tempos cariocas, a explicação da empregada era sempre a mesma: “Sumiu.”

Mårtenson dizia que a palavra explica o inexplicável, encerra o assunto e não o leva a nenhuma consequência policial ou administrativa. Estava nas coisas a faculdade de sumir e, aceita essa premissa, não se falava mais no assunto. As coisas tinham também a faculdade de reaparecer mais tarde, sem maiores explicações. Sumiu. Apareceu.

Choque de civilizações

A bateria de elevadores do prédio, numerosos e de última linha, entrara em colapso. Ou bem estavam todos em um determinado andar, ou todos iam juntos subindo ou descendo. Havia se desfeito um sofisticado programa que deveria permitir que subissem ou descessem alternadamente, capazes de dar rápido atendimento, e não ficassem, como acontecia então, retidos em um só andar.

O administrador confessou-me terem feito algumas investigações. E descobriram que éramos nós, brasileiros, a causa de todo o transtorno. Haviam previsto a parada de cada elevador por um número preciso de segundos. Mas no nosso andar a pausa era imprevisível, e muito mais longa. Por causa de uma mistura de gentilezas e respeito a precedências; por esperar algum retardatário para quem mantínhamos a porta aberta; por uma mensagem de última hora que não podia deixar de ser dada; para ajudar alguém a entrar num sobretudo, tínhamos desorganizado todo o sistema.

Diante desse verdadeiro choque de civilizações, pediam-me, o administrador e o engenheiro, que os ajudasse a resolver o imbróglio. Prometi que faria alguma coisa, mas, naturalmente, não mudamos nossos hábitos nem encurtamos as nossas gentilezas. Acredito que os americanos, com sua tecnologia, devam ter encontrado uma nova programação, que ajudou a superar o problema. Ficou-me a constatação, reforçada tantas vezes depois ao longo da vida (em elevadores, no final de almoços, jantares e festas), de que a nossa liturgia de partidas tem um ritmo que não pode ser abreviado. E que, se os franceses saem sem se despedir, os brasileiros se despedem sem sair.

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Aliás, o relato de Azambuja na edição do mês passado também vale muito a pena!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Piauienses: O “pemedebismo”

O “pemedebismo” na nova gramática política do Brasil:

É um modo de fazer política que franqueia entrada no partido a quem assim o deseje. Pretende, no limite, engolir e administrar todos os interesses e ideias presentes na sociedade.

[...]

O essencial da cultura política inaugurada pelo PMDB na década de 1980 é o fato de que, desde o declínio da ditadura militar, sua identidade deixa de se construir por oposição a um inimigo, real ou imaginário, e passa a ser construída com base em um discurso inteiramente anódino e abstrato, sem inimigos, cujo sentido mais importante é garantir o sistema de ingresso universal e de vetos seletivos.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Piauienses: Madona Sistina

Uma descrição secular da Madona Sistina, de Rafael:

Creio que esta Madona é a expressão mais ateísta possível da vida, do que é humano, sem participação divina.

[…]

Aquilo que é humano no homem vai ao encontro do seu destino, e em cada época o destino é peculiar, é distinto do que foi para a época precedente. O que esses diversos destinos têm em comum é o fato de serem todos igualmente difíceis.

Mas o que é humano no homem continua a existir, mesmo quando o pregaram numa cruz ou o torturaram numa prisão.

Isso que é humano no homem continua a viver nos abrigos de pedra, no frio de 50 graus abaixo de zero, nos acampamentos de lenhadores na taiga, nas trincheiras alagadas de Przemysl e de Verdun. Continua a viver na existência monótona dos empregados de escritório, na miséria das lavadeiras e das mulheres da limpeza, na labuta sem alegria dos operários de fábrica, na luta vã contra a necessidade, até a exaustão.

A Madona com o filho nos braços é o que no homem existe de humano, e nisso reside a sua imortalidade.

Olhando a Madona Sistina, nossa época toma consciência do próprio destino. Cada época contempla esta mulher que carrega o filho nos braços, e entre os homens de diferentes gerações, de povos, raças e tempos diversos nasce uma fraternidade que é terna, comovente e dolorosa. O homem toma consciência de si, da cruz que deve carregar, e de súbito compreende o elo milagroso que une todas as épocas, a ligação entre o que vive agora e tudo o que jamais viveu e viverá.

Na segunda parte desse maravilhoso texto, Vassíli Grossman traz a Madona para seu lugar e tempo, entre a Alemanha nazista e a União Soviética stalinista. É de arrepiar.

Às 8 horas da manhã de uma quinta-feira chuvosa que não prometia nada de especial, o texto arrancou dos meus olhos lágrimas sentidas.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Piauienses: Fractais

Essa característica — a autossemelhança — é o centro da geometria criada por Mandelbrot. O mínimo se parece com o imenso. Uma pequena nuvem é semelhante a uma nuvem grande e ambas obedecem a um princípio organizador único. A natureza está repleta de formas assim, cheias de reentrâncias, segmentos retorcidos, entrelaçados, irredutíveis à suavidade das formas puras. O salto que ele deu foi afirmar que essa é a verdadeira geometria do mundo natural. As irregularidades não são deformações da perfeição clássica, mas o idioma próprio da natureza.

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Piauienses: Petrobras e o pré-sal

Na conclusão do parecer, no qual Maturana assinou o seu “De acordo”, está dito que “os equipamentos de contenção e recolhimento apresentaram problemas (barreira afundada em vários trechos e recolhedor quebrado), não sendo possível a simulação dos procedimentos. Ressalta-se que os mesmos problemas se repetiram em praticamente todos os simulados realizados pela empresa no ano de 2009, o que demonstra a necessidade de uma alteração dos seus procedimentos de avaliação e manutenção destes equipamentos”.

[...]

Num segundo parecer, de 19 de maio, assinado por dez analistas ambientais, sete deles presentes no simulado da plataforma SS-53, depois de uma referência ao acidente da BP no Golfo do México, se afirma que grandes vazamentos de óleo exigiriam uma quantidade de recursos e uma organização logística bem mais ampla do que a Petrobras dispõe hoje: “Percebe-se que, mesmo em vazamentos de 80 metros cúbicos – 80 mil litros –, considerados ‘médios’ na legislação brasileira, a empresa tem apresentado dificuldades na execução dos exercícios de resposta até mesmo em situações previamente definidas, muito diferentes de um acidente real.”

E a equipe recomenda, com gravidade: “Levando em conta as pretensões da empresa em ampliar suas operações de exploração e produção de óleo na Bacia de Santos, entende-se que, para futuros empreendimentos, a empresa deverá reformular toda a sua estrutura de emergência.”

A Petrobras teve uma nova chance três meses depois, em 9 de junho: um segundo simulado, na mesma plataforma SS-53, e praticamente nas mesmas condições, incluindo o aviso prévio. “A Petrobras foi novamente reprovada, porque cometeu os mesmos erros”, contou Maturana fazendo riscos numa folha de papel. “É muito grave que tenha cometido tantos erros e não tenha atendido o tempo de resposta, que é chegar à área do derrame no tempo estabelecido. Como vai procurar manchas de óleo na região, ou instruir as embarcações, se o helicóptero não tem autonomia? Nós então determinamos que ela só obteria novas licenças de operação, para furar novos poços, se mudasse o Plano de Emergência.”

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Piauienses: As aventuras de um amazonense nos EUA

Quando pressenti o que viria, já era tarde: “Abaixe a cueca, vamos ver se tem alguma coisa aí.” Nunca me senti tão caboclo: nas partes, também não sou nenhuma floresta amazônica. Eu estava todo envergonhado e ela pegou uma maquininha e começou. Eu em pé, ela de joelhos à minha frente, de luvas, é claro. Para não sair de lá com um rombo de um só lado do púbis, pedi que ela cortasse o outro lado também. O processo todo demora, a coleta vai para um plástico, você assina que aquela amostra é sua, e o conjunto é selado na sua frente. Eu sabia que seria aprovado.

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