segunda-feira, 23 de junho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
The Web, circa 1934
He created a sophisticated hyperlink system (pre-HTML).Publish Post
He created a rudimentary (but impressive) book index (pre-Google Books).
He created a (fee-based) search engine (pre-Google Search).
He thought of a social network, where users would "participate, applaud, give ovations, sing in the chorus" (pre-Facebook).
All that ... in 1934.
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The Web Time Forgot
URL: http://www.nytimes.com/2008/06/17/science/17mund.html
Maluf resolve: carro para todos!
MALUF - Quem mais foi preso?
FOLHA - O sr.
Vai ser uma eleição, no mínimo, engraçada. Mas pode ser bem pior...
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20/6/2008 - 9h16
Maluf promete solucionar em dois anos os "pontos graves" do tráfego em SP
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Prison Nation -- young offenders edition
Também o há no caso dos criminosos adultos, diga-se de passagem: há uma meta-análise interessante, que analisa 111 estudos empíricos sobre o tema, feita por Smith, Goggin, & Gendreau (2002) e referenciado pela polícia do Canadá (download do trabalho aqui).
Ver o post anterior, em que trato do mesmo assunto, mas focando a situação brasileira.
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A Better System for Young Offenders
The New York City courts that process arrested adults have long been open seven days a week. But until just recently, the courts that process arrested children were closed on weekends, making it necessary for children taken into custody to be detained for 48 hours or even longer before seeing a judge.
Mayor Michael Bloomberg has set a welcome national example by opening a juvenile court that sits on Saturdays and Sundays and creating procedures that have already begun to cut down on unnecessary detentions while improving the treatment of children who end up in police custody.
The new system allows low-risk offenders who present no threat to public safety — and for whom detention is clearly unwarranted — to be processed quickly and released to parents or caretakers pending a decision regarding prosecution. By keeping as many children as possible out of detention and directing more of them into community-based counseling programs, the city is also lessening the chances that the children will grow up to be chronic offenders.
Instead of opening the entire Family Court system for weekends, which would have been prohibitively expensive, the city has arranged for a weekend judge who deals with adult cases at the Manhattan Criminal Court building to see juvenile offenders in a separate courtroom. The city has further speeded things along with a new risk-assessment system that classifies young offenders as low- , moderate- or high-risk individuals, depending on a variety of factors, including previous arrests and school attendance.
The rating system takes the subjectivity out of the process, allowing prosecutors, probation officers and judges to make quick decisions.
Adolescents who commit serious crimes are, of course, held pending trial. But those arrested for minor offenses will sometimes be sent home without being prosecuted or released to their parents pending a court appearance. The goal of avoiding needless detention is especially important, given data showing that children who do time are far more likely to become repeat offenders than those referred to community-based programs.
URL: http://www.nytimes.com/2008/06/17/opinion/17tue2.html?ref=todayspaperGulag brasileira
Por favor não me venham com o argumento furado do efeito dissuasório (é tão ruim que ninguém quer cometer crime novamente e voltar), e de que "se fosse bom, todo mundo iria querer voltar" (ótima tese de Laura Frade, O que o Congresso Nacional brasileiro pensa sobre a criminalidade?, mostra que este é o pensamento de alguns congressistas brasileiros que legislam sobre o tema). Esse senso comum é facilmente desmontado olhando-se para as prisões-modelo: é exatamente nas prisões com melhores condições que encontramos os índices mais baixos de reincidência. E é nos países com os melhores sistemas prisionais, e não naqueles que resolveram recriar a Gulag, que encontramos os menores índices de criminalidade e de reincidência.
Ao contrário do senso comum, mais tempo de prisão tende a aumentar, em vez de diminuir, as chances de reincidência. Há uma meta-análise interessante, que analisa 111 estudos empíricos sobre o tema, feita por Smith, Goggin, & Gendreau (2002) e referenciado pela polícia do Canadá (download do trabalho aqui), que conclui que "punishment produced a slight (3%) increase in recidivism".
Obviamente, não estou propondo o fim das prisões (se o efeito-dissuasão é desprezível, resta o efeito-incapacitação, ou seja, enquanto a pessoa está presa, fica incapacitada -- ok, dificultada -- de cometer novos crimes). Proponho o fim do "quanto pior, melhor". Antes de pensarmos em se aumentar as penas (e elas nunca serão duras o suficiente, pois mesmo nos países com pena de morte os crimes punidos com a pena máxima continuam a ser cometidos), é fundamental promovermos uma profunda reforma do sistema penitenciário. Sem isso, estamos contribuindo mais para o agravamento do problema do que para sua solução.
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São Paulo, quinta-feira, 19 de junho de 2008
CPI diz que refeição é servida em sacos e há rato em celas
Em cerca de oito meses, deputados visitaram 60 estabelecimentos no país
Entre os piores casos, está o da Colônia Penal Agrícola de Campo Grande, onde condenados a regime semi-aberto dormem com porcos
MARIA CLARA CABRALDA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Depois de cerca de oito meses de trabalho, a CPI do Sistema Carcerário da Câmara concluiu que a situação do sistema prisional é um caos.
Presídios superlotados, denúncias de tortura, refeições inadequadas, falta de pessoal, celas com ratos e esgoto a céu aberto foram os principais problemas constatados pelos congressistas, após visita a 18 Estados e 60 estabelecimentos em todo o país. "Grande parte dos presídios visitados não serve nem para bichos", resumiu o relator da comissão, o deputado Domingo Dutra (PT-MA).
Em seu relatório, com cerca de 500 páginas, que será apresentado hoje aos membros da CPI, o deputado deve pedir o indiciamento de cerca de 30 pessoas -os nomes não foram divulgados. O número, segundo o próprio deputado, não reflete a real situação do país.
"A rigor, ninguém escaparia. A corrupção e a omissão são alguns dos crimes cometidos por diversos agentes públicos que contribuem para a degradação do sistema. Mas, como a situação já vem de tempos, preferi pedir o indiciamento apenas para os casos mais graves."
Entre os piores casos, está o da Colônia Penal Agrícola de Campo Grande (MS), com condenados a regime semi-aberto. Membros da CPI denunciaram que mendigos trocavam de lugar com presos. Pela falta de espaço, muitos presos preferiam ainda montar barracas para dormir ao lado de porcos.
No Centro de Detenção Provisória 1 de Pinheiros (SP), houve denúncia de que presos ficam mais de um mês sem sol. Também foram encontrados doentes mentais junto com presos sadios, além de celas sem janelas "e com mau cheiro insuportável".
No Instituto Penal Paulo Sarasate (CE), presos disseram aos deputados que são espancados e levados para o castigo, em celas isoladas, com freqüência. As refeições -arroz, feijão e mistura- são servidas dentro de sacos plásticos. "Tudo se mistura e fica uma espécie de lavagem, e eles são obrigados a comer com a mão, porque não há talheres. É deprimente", diz Dutra no relatório.
Membros da CPI relatam ainda que em Minas Gerais "foi encontrada uma das piores e mais vergonhosas situações do país". "Um verdadeiro caos de uma administração desastrosa", classificam. Em visita ao 2º Distrito Policial de Contagem, deputados encontraram creolina nas celas. Segundo eles, o material era usado por determinação médica para os os presos com coceira na pele, o que é comum dentro das cadeias por causa da sujeira e falta de sol. "A creolina é usada em animais, para desinfetar locais acometidos por bernes e outros bichos", criticam os deputados.
Ainda estão entre as prisões com as piores situações a Penitenciária de Valparaíso (GO), a Carceragem Central de Porto Alegre (RS), o Presídio Urso Branco (RO), a Penitenciária Lemos Brito (BA), a Colônia Penal Feminina do Bom Pastor (PE), o Presídio Aníbal Bruno (PE) e o Centro de Detenção Provisória do Maranhão.
Além disso, Dutra vai propor que o Estado pague advogados para presos quando a defensoria pública for insuficiente, já que muitos que já deveriam estar no semi-aberto continuam superlotando cadeias por falta de assistência jurídica.
O Depen (Departamento Penitenciário Nacional), ligado ao Ministério da Justiça, admitiu a deficiência e os problemas detectados pela CPI. O governo, no entanto, diz estar trabalhando, em conjunto com os Estados, para superar a situação.
URL: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1906200830.htm
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Village re-elects dead mayor
"I know he died, but I don't want change."
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Village re-elects dead mayor
BUCHAREST (Reuters) - The residents of a Romanian village knowingly voted in a dead man as their mayor in Sunday's municipal election, preferring him to his living opponent.
Neculai Ivascu, 57, who ran the village for almost two decades, died from liver disease just after voting began -- but still won the election by a margin of 23 votes.
A local official said the authorities decided to keep the poll open in case Ivascu's opponent, Gheorghe Dobrescu, won, avoiding the need for a re-run.
"I know he died, but I don't want change," a pro-Ivascu villager told Romanian television.
In the end, election authorities gave the post to the runner-up, but some villagers and Ivascu's party, the powerful opposition Social Democrat Party (PSD), have called for a new vote.
(Reporting by Marius Zaharia; Editing by Raissa Kasolowsky)
URL: http://www.reuters.com/article/oddlyEnoughNews/idUSL1626574720080616?feedType=RSS&feedName=oddlyEnoughNews&rpc=92Neguinha maluca é boa da cuca
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São Paulo, quarta-feira, 18 de junho de 2008
GILBERTO DIMENSTEIN
A heroína encontrada no lixo
Neguinha batalhou para transformar um lixão e venceu a guerra contra o descaso de moradores
SOLTEIRA, MÃE DE QUATRO FILHOS , migrante nordestina, Dilza Maria Dias, conhecida apenas como Neguinha, transformou um lixão num campo de batalha. "Alguém tinha de tomar uma atitude. Pessoas estavam sendo atropeladas na rua porque não existia calçada para andar", conta.
O "front" da guerra de Neguinha era um terreno localizado numa rua com o sugestivo nome de Estrada das Lágrimas, que circunda a favela de Heliópolis. Ali, nas cercanias de uma escola infantil, entre um posto de saúde e uma casa de apoio a crianças e adolescentes, avolumavam-se montanhas de lixo. O problema era tão antigo que o lixo parecia integrar a paisagem -os moradores já tinham perdido a esperança.
A primeira etapa da ofensiva foi uma visita aos comerciantes das redondezas do lixão. Esteve em escolas para pedir a ajuda de pais, alunos e professores -as crianças tinham de brincar no parquinho, sentindo o odor putrefato. "As pessoas me diziam sempre a mesma coisa. Diziam que eu não iria conseguir, que era perda de tempo."
Com a ajuda de uma associação local de moradores (a Unas), Neguinha confeccionou uma faixa com a seguinte mensagem: "Você que está jogando lixo sorria. Você está sendo filmado. E depois será multado".
Não adiantou.
Neguinha passou a chegar ao terreno ainda de madrugada, em torno das 5h, munida apenas de um telefone celular, que dizia estar conectado com fiscais da prefeitura. Sua atitude ajudou, até porque tinha o apoio moral dos vizinhos, especialmente os da escola e os do centro de saúde, os mais incomodados com o lixo.
Era pouco.
Notou que precisava se dedicar por mais tempo à fiscalização. Chegava de madrugada e só saía quando escurecia. Levou essa rotina durante um mês. Algumas das pessoas habituadas a jogar lixo ali imaginavam que talvez aquela mulher fosse uma funcionária da prefeitura; outras suspeitavam que não passasse de uma maluca, sabe-se lá com quais ligações na favela de Heliópolis, para ter coragem de enfrentar os homens.
Independentemente do que tenham pensado, o fato é que, aos poucos, menos gente jogou lixo no terreno -além do medo das multas, sabiam que iriam encontrar, por perto, lixões improvisados. Acontece que outros moradores da região, vendo a batalha de Neguinha, também começaram a se proteger dos donos de entulho. "Não fiz nada de mais, só não queria viver na sujeira."
Por causa dessa conquista, ela vai receber sua primeira homenagem desde que veio para São Paulo, há 25 anos -uma escola (a Cidade do Sol) vai condecorá-la por sua guerra contra o lixo.
gdimen@uol.com.br
URL: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1806200811.htm
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Às vezes parece que estou dando murro em ponta de faca, que minhas reclamações, indignações e denúncias são totalmente inglórias. Sinto-me otário, muitas vezes. Mas quando vejo uma notícia mostrando que esse esforço resultou em mudanças concretas, recobro as esperanças. Mas devo estar fazendo errado ou insuficiente, pois não vejo os mesmos frutos nas minhas lutas diárias... :-(
Em quem estamos votando?
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São Paulo, quarta-feira, 18 de junho de 2008
TSE:
CANDIDATO A VICE TERÁ FOTO E NOME NA TELA DA URNA ELETRÔNICA
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral decidiram incluir a mudança já para as eleições deste ano. O presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, já havia adiantado a idéia em entrevista à Folha. Na época, disse: "No mínimo, a própria Justiça Eleitoral terá que projetar na tela a imagem dos dois suplentes [dos senadores] e os nomes. O mesmo acontecendo para vices de chefias executivas".
URL: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1806200817.htm
terça-feira, 17 de junho de 2008
Bumper stickers reveal link to road rage
People who customize their cars with stickers and other adornments are more prone to road rage than other people, according to researchers in Colorado.
[...]
People who had a larger number of personalized items on or in their car were 16% more likely to engage in road rage, the researchers report in the journal Applied Social Psychology¹.
[...]
"The number of territory markers predicted road rage better than vehicle value, condition or any of the things that we normally associate with aggressive driving," say Szlemko. What's more, only the number of bumper stickers, and not their content, predicted road rage — so "Jesus saves" may be just as worrying to fellow drivers as "Don't mess with Texas".
[...]
"This work clearly demonstrates that people will actively defend a space or territory that they feel attached to and have personalized with markers," Fraine says. Szlemko suggests that this territoriality may encourage road rage because drivers are simultaneously in a private space (their car) and a public one (the road).
URL: http://www.nature.com/news/2008/080613/full/news.2008.889.html